Cabeleireiro cria salão móvel p/ mulheres cadeirantes

Cabeleireiro tem ideia inovadora e ajuda cadeirantes

O cabeleireiro José Valente e a esposa Daniela Saraiva, de Brasília (DF), tiveram uma ideia genial, que resolveu o problema das mulheres cadeirantes e aumentou substancialmente sua renda mensal.

O cabeleireiro ficou conhecido após criar um salão de beleza delivery para deficientes físicos. Ele era vendedor de carros e, ao perceber que o mercado estava em crise, decidiu mudar de profissão.

“Eu fiz um curso e montei um salão físico, mas aconteceu de muitas pessoas pedirem para atender em casa. Vendo o resultado fiz uma pesquisa de mercado e percebi que muitos deficientes tinham interesse no salão por causa da acessibilidade, então resolvi criar o projeto. Muitas pessoas acham que a crise está em todo o lugar, mas é possível empreender servindo ao próximo e ser recompensado por isso”, comentou.

Cabeleireiro vai à casa das mulheres cadeirantes

O salão de beleza é todo adaptado dentro do carro e, mesmo com pouco espaço, José Valente garante eficiência e comodidade aos clientes. Atuando neste trabalho desde 2015, ele ganhou visibilidade e tem realizado palestras em vários Estados do Brasil.

“Os meus clientes não entram no carro, por causa dos materiais portáteis. Além disso, quando vou marcar o serviço, eu já sei o que precisarei levar, por isso a qualidade é garantida. Apesar de não estar parando em Brasília por causa das palestras, não deixarei de atendê-los”, finalizou.

Outras informações podem ser obtidas pelo (37) 3351-7151 e também pelo (61) 9 8356-1771.

Fonte: G1 Centro Oeste de Minas

Aí está, na prática, aquilo que eu sempre falei: o Brasil possui um gigantesco mercado de 45 milhões de pessoas com deficiência.

Muitos reclamam da crise, reclamam da inflação, reclamam do governo, mas se esquecem de voltar seus olhos para as pessoas com deficiência.  Não preparam suas lojas, não sabem como nos atender etc. Somos completamente deixados de lado, deixados de fora da carteira de clientes de quase todas as empresas. Entretanto, somos nada menos do que 45 milhões de pessoas. Ou seja, quem se dispuser a nos atender (e atender bem) vai fazer uma grande fortuna.

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