Estacionamento de cadeirante e o desrespeito

Estacionamento de cadeirante e o desrespeito – uma das maiores práticas de desrespeito ao cadeirante aqui no Brasil é o hábito que as pessoas têm de estacionar, sem nenhuma necessidade, nas vagas reservadas para os carros de cadeirantes e demais pessoas com deficiência. Trata-se de uma prática absurda, mas que infelizmente se tornou rotina. A lei não é aplicada, pois nunca aparece um agente de trânsito para multar ou mandar rebocar o veículo do motorista infrator.

Estacionamento de cadeirante e o desrespeito, até quando?

As pessoas não têm o mínimo de bom senso, não respeitam as dificuldades do semelhante, não respeitam a legislação em vigor, não respeitam a sociedade onde vivem. O pior de tudo: esses motoristas cometem esse absurdo, muitas vezes, na frente dos filhos pequenos, dando assim um péssimo exemplo sobre como não deve ser um cidadão dentro de uma sociedade. Dando um péssimo exemplo de desrespeito aos cadeirantes, às pessoas com deficiência, à adversidade.

Outra coisa mais do que irritante é a prática dos motoqueiros que param suas motos em cima da faixa zebrada da vaga especial de estacionamento. Aquela faixa é o único espaço que o cadeirante possui para acessar seu carro. Ao estacionar sua moto sobre ela, o motoqueiro impede-nos de descer ou de entrar em nosso próprio carro. Além do mais, aquela faixa zebrada é parte integrante da vaga de estacionamento do cadeirante. Parando sobre ela, está-se parando sobre a vaga. O que mais me espanta é a naturalidade com que fazem isso. Alguns chegam a acreditar que é direito deles. Ora, o direito não é deles. Eles estão, isso sim, usurpando o direito alheio. E mais grave: ao fazerem isso causam um enorme transtorno na vida de quem já encontra dificuldades para executar as mínimas tarefas do dia a dia. Eles, na prática, exercem a famigerada e covarde lei do mais forte. E onde está o poder público, que foi instituído justamente para ser o fiel da balança? Não está em lugar nenhum. Só aparece na hora de cobrar os extorsivos impostos de nível sueco, sem devolver os serviços que a Suécia entrega aos seus cidadãos.

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