Pessoas com deficiência e a terapia

Pessoas com deficiência e a terapia — O processo terapêutico de pessoas com alguma deficiência física deverá ter como objetivo proporcionar ao indivíduo, na medida do possível, uma aceitação e valorização da sua existência, colocando-o como contribuinte para a sociedade em que está inserido. Identificar seus traumas, suas angústias ou problemas emocionais pode fazer com que se estabeleça o descobrimento do eu e a conscientização das suas áreas de dificuldades.

Olhar a subjetividade da pessoa com deficiência favorecerá seu desenvolvimento físico, psicológico e social, considerando-a portadora de oportunidades e direitos, riscos, responsabilidades, alegrias, angustias e inquietações como qualquer outra pessoa.

Mas vale lembrar que não existe uma psicologia especifica para pessoa com deficiência. Ao atendê-las, vamos praticar as mesmas técnicas que utilizamos com os outros pacientes.

O psicólogo precisará chegar às questões que geram sofrimentos originários da deficiência que acabam por tornarem-se impedimento para a aceitação do seu efetivo estado e que seja um empecilho para um acolhimento por parte do terapeuta.

O profissional deve atuar na estimulação e amenização das deficiências, suas dificuldades, expectativas sociais e implicações emocionais.

Cabe ao terapeuta também distinguir a deficiência real, que tem limites bem definidos e que a pessoa necessariamente terá que conviver da deficiência imaginária, onde os limites são frutos de fantasias mórbidas que se origina mais da vergonha e receio do preconceito que possa vir a sofrer do que da deficiência em si.

Um exemplo pode ser uma pessoa que usa órtese ou prótese e fica mais preocupada com a aparência do que a facilidade que esse aparelho pode lhe proporcionar

Lembrando que se formos considerar a negação, o medo, a insegurança, faz-se imprescindível a implicação dos familiares no processo terapêutico, pois tanto como a pessoa, sua família também passa por estágios de choque, perda, uma nova integração, luto.

O acolher uma pessoa com deficiência na família requer mudanças e reorganização, cabendo ao psicólogo a orientação de como lidar com as incertezas, sofrimento que advém dessa situação.

Psicóloga Luciane Isabel Melo Inocêncio – CRP 06/109564

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